O caso começou a ser investigado no ano passado, quando
o deputado Yglesio Moisés afirmou em discurso na assembleia legislativa, a existência
de uma quadrilha na pequena cidade de Paço do Lumiar e entre linhas na cidade de Bacabal.
O
próprio parlamentar postou imagens de uma área que seria da empresa nas redes
sociais e se dirigiu ao MP de Paço do Lumiar que acompanhado dos vereadores, Miercio Martins e Fernando Feitosa que formalizaram a denúncia.
Paulo Sampaio
é um entusiasta sob a bandeira da política Luminense, e com propostas,defendendo as ideias de cuidado
com os mais humildes.
Mas, de vítima, o líder comunitário foi intimado para comparecer na delegacia especial do Maiobão,motivada pela secretária da Semplan e seus respectivos assessores Gracilda e Getúlio.
| assessores e Luana Peixoto na Delegacia especial do Maiobão. |
Segundo informações,o juízo de valor não ocorreu, portanto, não houve crime.Caso requer,envio pela delegacia ao judiciário posteriormente.
Em conversa, Paulo Sampaio nega ter chamado os assessores de ladrões e afirma estar sendo "vítima de um refinado conluio de políticos locais, que induziram a delegacia e a audiência a erro". O líder comunitário diz esperar que as provas apresentadas por ele sejam analisadas com objetivo de passar a verdade,que o deputado Yglésio levou á tribuna e que os "atos ilícitos dessa investigação sejam finalmente demonstrados”. Finalizou.
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